Programas internacionais de aceleração estão a reduzir presença em África. A tendência é recente, mas clara — e tem consequências.
Porque estão a recuar
Modelos importados raramente funcionam sem adaptação local. Programas globais têm dificuldade em gerar retorno no contexto africano e reduzem exposição.
Quem preenche o vazio
Construtores de ecossistema locais — fundos, aceleradoras regionais, redes de mentoria — estão a assumir o papel que os programas globais deixaram.
O que isto significa
Para fundadores, é uma oportunidade de trabalhar com parceiros que conhecem o contexto real. Para investidores, é um sinal de que o ecossistema está a amadurecer.